quinta-feira, 24 de junho de 2010

Tudo pode dar certo

Sinopse:

Boris Yellnikoff (Larry David) é um velho rabugento que tem o hábito de insultar seus alunos de xadrez. Ex-professor da Universidade de Columbia, ele considera ser o único capaz de compreender a insignificância das aspirações humanas e o caos do universo. Um dia, prestes a entrar em seu apartamento, Boris é abordado por Melodie St. Ann Celestine (Evan Rachel Wood), que lhe implora para entrar. Ele atende ao pedido, a contragosto. Percebendo sua fragilidade, Boris permite que ela fique no apartamento por alguns dias. Ela se instala e, com o passar do tempo, não aparenta ter planos de deixar o local. Até que um dia ela lhe diz que está interessada nele.

Título original: (Whatever Works)
Direção e roteiro: Woody Allen
Gênero: Comédia
Duração: 01 h 32 min
Ano de lançamento: 2009 (França e EUA)
Estúdio: Wild Bunch / Perdido Productions / Gravier Productions
Distribuidora: Sony Pictures Classics / California Filmes

Trailer:





Imagens:

















































Tudo pode dar certo

São as belezas de Manhattan, Nova York, que Woody Allen usa, mais uma vez, para falar sobre conflitos humanos e a imensidão da vida. Tudo pode dar certo é o quadragésimo quarto filme dirigido por Woody. Na maioria deles, senão em todos, ele também assina o roteiro.

Não diferente das outras comédias de costumes criadas pelo cineasta, Tudo pode dar certo apresenta diálogos recheados com sacadas afiadas e pouco delicadas sobre as relações humanas. Não é nada difícil perceber o tom de sátira presente no filme e falas que vão de acordo com a maneira liberal de se viver em Nova York.

O filme conta a trajetória de Boris (Larry David), um inteligente, porém neurótico e anti-social ganhador de prêmio Nobel em Física. Nesse contexto surge Melodie (Evan Rachel Wood), uma garota (bem) mais nova que se apaixona pelo vivido Boris. A partir daí, então, a narrativa ágil e direta aponta claramente os conflitos dos personagens.

Pra quem já conhece as obras de Woody Allen, ou gosta das criações do cineasta, não dá pra fugir da impressão de repetição e previsibilidade em Tudo pode dar certo. Mesmo assim, a impressão que sobra no final, é de que nada deu errado.

Com informações de:
Adoro Cinema
Omelete

Liana Feitosa

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